domingo, 7 de setembro de 2008

Manifesto à paz-607

Quero falar sem poesia, não há poesia em tudo que trato, apenas vergonha, asco, nojo e insensatez. Sangue, sangue , sangue, de um Brasil que não vai nada bem.
Hoje sofri uma tentativa de assalto no ônibus, e só consegui me assustar depois. só pude notar que o cara estava com um canivete no bolso e pedia na maior cara de pau o meu celular e o pouco dinheiro que tinha, muito depois. E ainda me sufocava com seus dentes apodrecidos exigindo "não faz enxame" "não faz enxame". Não sou abelha cacete, que se foda todo o resto. Reagi, me afsatando e ainda tive que cumprimentá-lo antes dele saltar do ônibus no terminal do centro tranquilamente. Para assaltar outras pessoas. Enquanto isso, os carros de som continuam fazendo uma campanha rídicula onde todas as picuinhas e necessidades frívolas são avaliadas, discutidas, tombadas. Menos uma: nossa integridade. Por isso Zaira, continua com seus planos, sonhos e projetos de Europa, aqui não há mais espaço....



imagem: http://tramavirtual.uol.com.br/img/content/band/f_58/146602.jpg

2 comentários:

Vênus disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Vênus disse...

Respondendo quem é: Felipeee, criei pela nessecidade de comentar do seu e no blog de Júnior, quanto ao manifesto já passei por isso tambem, só que eu nem entrei no ômibus foi no ponto perto da minha casa mesmoo. Dá muita raiva né?
:)